domingo, 30 de maio de 2010

Paz e Renovação

Paz e Renovação

Qualquer insulto à confiança estraga a vida espiritual.
No entanto, sem o concurso da ingratidão que nos visite,
não saberemos formular equações verdadeiras
nas contas de nosso tesouro afetivo.
Toda morte traz dor.
Sem a desencarnação,
porém,
não atingiríamos a renovação precisa,
largando processos menos felizes de vivência
ou livrando-nos da caducidade no terreno das formas.

André Luiz – psicografia de Francisco Cândido Xavie

quarta-feira, 26 de maio de 2010

HUM,HUM DE ALGUM CAPÍTULO DEPOIS DO PRIMEIRO - LIVRO DA FADA LILICA

Mês de Maio.
Mês das mães.
Mãe tem todo mês; toda semana; todo dia.
Engraçado, não gosto muito deste negócio de dia pra isto ou aquilo, pra este ou aquele...
Mas... Dia das Mães costuma me pegar de improviso. Fico saudosa, volto à infância. Relembro sorrisos, febres; carinhos; passeios; Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Escola Agrícola; antigo amor e casamento.
Todos estes momentos minha mãe estava ali, juntinho de mim.
Companheirona, presente.
Volto ao passado, recordo momentos felizes e alegres que passamos juntas, mas... hoje não vou falar da minha mãe.
Falo da mãe que ganhei na minha caminhada, a mãe que me aceitou com delicadeza em sua família, permitindo assim que eu também me tornasse mãe.
Uma mulher corajosa, que está sempre a nos surpreender; com um coração cheio de benevolência para com todos.
Incapaz de sentimentos menores.
Aceitando a todos nós como realmente somos, nossas qualidades e nossos defeitos.
Avó carinhosa, bisa querida , acolhedora – sempre tem uma balinha no bolso, ou docinhos no armário...
Minha homenagem é para ela, mãe do homem que amo, avó de meus filhos, bisa de meus netos, e acima e tudo isto minha amiga, minha mais querida amiga.
Sei que talvez ela não leia esta homenagem, - computador, internet , muito complicado.
Também não é necessário, o que é importante aqui, é mostrar que vale a pena seguir estes caminhos que ela sempre seguiu; ter a coragem que ela sempre teve, o amor incondicional que sente por todos.
Minha querida amiga “Tia Altair” é o exemplo da Fé viva.
Se nós conseguirmos ser um grãozinho de areia do que ela tem sido, poderemos dizer que caminhamos um passo em direção ao crescimento.

Texto: Fada Lilica - Maio / 2006

terça-feira, 25 de maio de 2010

Paz e Renovação

Paz e Renovação

Qualquer desilusão incomoda.
Todavia, sem decepção,
não chegamos a discernir o certo do errado.
Toda doença embaraça.
Sem a enfermidade, entretanto,
é muito difícil consolidar a preservação consciente da própria saúde.

André Luiz – psicografia de Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 24 de maio de 2010

HUM DO CAPÍTULO 1 - LIVRO DA FADA LILICA

ONDE ESTAVA O XERIFE?

Por andava o Xerife?
Às vezes me pergunto como foi ou quando foi a primeira vez que vi aqueles olhos verdes...
Foi subindo no pé de ameixa, ou olhando por cima do muro.
A rua eu me lembro bem.
O ano, uma ligeira idéia.
Morávamos na Bias Fortes, há pouco chegados do Rio de Janeiro.A Bias Fortes é paralela com a Sete, meu pai, minha mãe, irmãos, ( uai?? fada tem isto tudo??? ) papagaio, cachorro, galinhas, pés de milho, ameixeira, e lógico eu; morávamos no porão do Prédio do Zé Dias.
E na Sete, dividindo nosso muro, ele já estava ali, com seus pais. O que fazia um menininho,tão pequeno?

Relembrando aqueles dias...
Empurrava ,no carrinho de madeira, seu amiguinho, que tinha dificuldades para andar, pois tinha estado doente com paralisia infantil.
Quantas crianças passaram por esta tristeza.!?
Mas nosso xerifinho estava ali, correndo, brincando com seu amiguinho.
Quem poderia adivinhar que uma mocinha, mais velha do que ele, um dia encontraria o mesmo caminho?
Mas na verdade...
O Xerife estava bem ali, dentro do coração, daquela que um dia ia virar fada, ou já era.
Foi assim, bem assim, que tudo começou. (02/10/2009.)

Arte: Nieta Ede Texto : Fada Lilica

domingo, 23 de maio de 2010

TEATRO


( Amandoart ensaiando)
O que é o teatro? .
Segundo Aristóteles, a arte de imitar faz parte do próprio homem e, portanto, não se pode determinar um momento histórico para o nascimento do teatro: ele nasceu com a própria humanidade.
A tradição atribui ao grego Téspis a invenção do ofício de ator: durante um ritual dionisíaco, ele teria assumido a figura do deus do vinho ,passando depois a representar também várias personagens por várias regiões da Grécia. Na Grécia antiga,o teatro era parte de uma celebração religiosa, desenvolvendo-se a partir de rituais e representações que eram parte dos festivais em honra a Dionísio.
No início o autor era tudo, inclusive o próprio ator. Sófocles, segundo consta, foi o primeiro a abrir mão da função de ator, porque sua voz era fraca.. passou a escrever para outros representarem. Sófocles foi, pois,o primeiro dramaturgo de que se tem notícia.
O teatro grego era realizado por apenas um ator que se transformava em vários personagens, trocando de máscaras e de roupas. Ésquilo acrescentou o segundo e Sófocles um terceiro, mas todos eram homens e a eles cabia interpretar todos os papéis, inclusive os femininos; com o tempo, o número de atores passou a corresponder ao número de personagens.
Roma tentou imitar os modelos gregos com Sêneca, na tragédia, Plauto e Terêncio, na comédia.
A apresentação passou a ser feita em praça pública, em vários carros que serviam de palco. Os carros eram colocados em determinados pontos onde eram apresentadas cada uma das cenas da peça. O público se deslocava de um cenário para outro; algumas encenações demoravam dias. Sabe-se, por exemplo, que “Os Mistérios dos Atos dos Apóstolos” , de Amoul e Simon Gréban, durou 40 dias.
No Brasil, esse tipo de teatro didático e religioso teve início com os autos de José de Anchieta, na época da colonização. José de Anchieta foi, provavelmente, o primeiro no Brasil a usar o teatro na educação , no colégio de São Paulo.
Usava a música, histórias e dramatizações com os índios. Anchieta compôs muitos hinos religiosos em Tupi.
Em Iperoig, durante as conversações de paz com os Tamoios, após a missa celebrada por Nóbrega todos os dias, Anchieta passa a ensinar aos índios o Evangelho de Jesus; com muito barulho, anda em volta deles,bate os pés, gesticula e faz pausas nos momentos mais dramáticos de suas falas. Conta-se que , nessas ocasiões, tribos inteiras da região vinham ver os religiosos. Anchieta ensina às crianças hinos religiosos que ele mesmo compôs em tupi. A cantoria da criançada feliz atraí os adultos, que vão ouvir os missionários. Sem dúvida, foi Anchieta o primeiro evangelizador brasileiro a usar a arte com crianças e adultos.
No Renascimento, a redescoberta dos textos gregos e latinos, principalmente a Poética de Aristóteles, inspirou o florescimento do drama secular e os gêneros profanos, comédia, pastoral, peça de capa e espada,etc.

Fonte: Apostila “Arte e Espiritismo”
Foto: Nieta Ede










Hoje estivemos visitando o Bairro Quintas da Mantiqueira, onde estaremos dando o nome do Chico Xavier à uma Rua.



Esta é uma homenagem do Vereador Amarílio de Paula ao nosso querido irmão.



Vejam as fotos, a qualidade não está legal, pois tirei no meu celular, mas dá para ver como é bucólico o ambiente.



Este que aqui está é o Nelsinho, um filho que me adotou como mãe, e que com certeza será meu filho daqui a 200 anos!!!



A placa será colocada no portão de uma casa, como vocês poderão observar na próxima foto, quem está colocando a placa - para ver se vai ficar legal ali, é o Amarílio, Paulo Bianchetti e Nelsinho estão olhando.



A rua contorna uma lagoa.



Tudo aqui é muito bonito.
























sexta-feira, 21 de maio de 2010

PAZ E RENOVAÇÃO

"AMAI BATANTE,a fim de serdes amados"Jesus

Paz e Renovação

...não consegues liquidar os problemas
e provações que vergastam a Terra,
mas podes e deves cooperar com a Lei do Senhor,
na extensão da bondade e do socorro,
na área de tua própria existência.

Albino Teixeira – psicografia de Francisco Cândido Xavier