segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

HOJE É NATAL! ONTEM FOI NATAL! AMANHÃ SERÁ NATAL!

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14.6
É NATAL... E PARA NÓS, QUANDO "JESUS" NASCEU?
Se perguntássemos
a MARIA DE MAGDALA, ONDE E QUANDO NASCEU JESUS?
E ELA NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU EM BETÃNIA. Foi certa vez, que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara."
 
Se perguntássemos a PEDRO QUANDO SE DEU O NASCIMENTO DE JESUS?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU no pátio do palácio de Caifás, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que EU o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira VIDA."
Se perguntássemos
a PAULO DE TARSO, QUANDO SE DEU O NASCIMENTO DO CRISTO?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU na estrada de Damasco quando, envolvido por intensa Luz, que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: - SAULO, SAULO PORQUE ME PERSEGUES? E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse: SENHOR, O QUE QUERES QUE EU FAÇA?!"
Se perguntássemos
a JOANA DE CUSA ONDE E QUANDO NASCEU JESUS?
E ELA NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar.
- NEGUE! NEGUE!
E o soldado com a tocha acesa dizendo:
- ESTE TEU CRISTO ENSINOU-LHE APENAS A MORRER?
Foi neste instante que, sentido o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer:
- NÃO ME ENSINOU SÓ ISSO, JESUS ENSINOU-ME TAMBÉM A AMÁ-LO."
Se perguntássemos
a TOMÉ ONDE E QUANDO NASCEU O MESSIAS?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU naquele dia inesquecível em que ELE me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhas que a morte não tinha poder sobre o filho de DEUS. Só então compreendi o sentido de suas palavras: - EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA."
Se perguntássemos
a MULHER DA SAMARIA O QUE ELA SABE SOBRE O NASCIMENTO DE JESUS?
E ELA NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse:
- MULHER EU POSSO TE DAR A ÁGUA VIVA QUE SACIA TODA A SEDE, POIS VEM DO AMOR DE DEUS E SANTIFICA AS CRIATURAS.
Naquela tarde soube que JESUS era realmente um profeta de DEUS e lhe pedi:
- SENHOR DÁ-ME DESTA ÁGUA.
Se perguntássemos
a JOÃO BATISTA QUANDO SE DEU O NASCIMENTO DE JESUS?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que O batizasse. E ante a meiguice de seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do ALTO.
- ESTE É O MEU FILHO AMADO, NO QUAL PUS A MINHA COMPLACÊNCIA!
Compreendi que chegara o momento de ELE crescer eu diminuir, para a glória de DEUS. "
Se perguntássemos
a LAZÁRO ONDE E QUANDO NASCEU JESUS?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse:
- LAZÁRO! LEVANTA!
Neste momento compreendi finalmente quem ELE era... A RESSURREIÇÃO E A VIDA!"
Se perguntássemos
a JUDAS ISCARIOTES QUANDO SE DEU O NASCIMENTO DE JESUS?
E ELE NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que JESUS estava acima de todos os tesouros terrenos."
Se perguntássemos
, finalmente a MARIA DE NAZARÉ ONDE E QUANDO NASCEU JESUS?
E ELA NOS RESPONDERIA:
"JESUS NASCEU em BELÉM, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando o segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um NOVO TEMPO através daquele MENINO que DEUS enviara ao Mundo, para ensinar aos homens a LEI MAIOR DO AMOR."
AGORA PENSEMOS UM POUQUINHO:
E PARA NÓS QUANDO JESUS NASCEU?
E SE DESCOBRIRMOS QUE ELE NÃO NASCEU AINDA?
"ENTÃO PROCUREMOS URGENTEMENTE FAZER COM QUE ELE "NASÇA" EM NOSSOS CORAÇÕES, PORQUE, QUANDO ISSO ACONTECER, TEREMOS FINALMENTE ENTENDIDO O "NATAL" E VERDADEIRAMENTE ENCONTRADO A VIDA ETERNA."
QUE "JESUS NASÇA EM NOSSOS CORAÇÕES E QUE SEJA SEMPRE "NATAL" EM NOSSAS VIDAS, PARA QUE NUNCA NOS FALTE A "ESPERANÇA E A ALEGRIA CRISTÃ."


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quem era Esse Homem?

Quem era Esse Homem? Desceu das estrelas e aninhou-Se no seio de uma jovem mulher, a fim de vir à luz.

Teve por pai um carpinteiro e com ele aprendeu o ofício, embora Suas mãos já tivessem amoldado substâncias celestes, formando o próprio planeta em que veio habitar.

Habituado à harmonia celeste, deixou que o vento cantasse melodias em Sua cabeleira e que as areias lhe fustigassem a face.

Amou Sua mãe com devoção. Logo iniciado Seu messianato, retornou ao lar para vê-la e a acompanhou às bodas a que fora convidada.

Obedeceu-lhe ao pedido e ofertou aos convivas o líquido especial para os despertar para a realidade.

Em agonia, recordou de a entregar aos cuidados de um jovem idealista, preocupando-Se com o que lhe poderia suceder, após a Sua partida.

Quem era Esse Homem? Andou por estradas poeirentas, campos cultivados, às margens de um lago, lecionando o amor.

Viveu em uma época de desmandos, de corrupção dos costumes, de licenciosidades.

No entanto, manteve-Se íntegro, embora movimentando-Se entre pessoas consideradas de má conduta.

Estendeu Suas bênçãos aos pobres deserdados da sorte tanto quanto aos detentores de poder econômico e certa supremacia social, a uns e outros ofertando das Suas luzes.

Líder de um grupo que elegeu para assumir a preciosa missão de dar continuidade à Sua proposta, os incentivou a que deixassem fluir as suas qualidades interiores.

Vós sois deuses! – Afirmou. E podeis fazer tudo o que faço e muito mais.

Ensinou que todos os homens são herdeiros do Universo infinito, imensurável. Todos filhos do mesmo Pai, embora vivendo sob tetos diversos, em terras distantes uns dos outros e falando línguas estranhas.

Quem era Esse Homem a quem os Espíritos obedeciam e se rendiam? Senhor dos Espíritos - O chamavam.

Quem era Esse Homem que fazia cessar as dores, devolvia movimentos a corpos paralisados, a vista aos cegos e a palavra aos mudos?

Quem era Esse Homem que, em menos de três anos, revolucionou o mundo do pensamento sem nada ter escrito? Que reuniu ao seu redor, nada menos de cinco centenas de trabalhadores para darem continuidade ao Seu legado?

Que, ao partir, deixou semeadura tão grande que até hoje, transcorridos mais de dois mil anos, ainda não se esgotou?

Quem era Esse Homem, tão grande que não coube na História, dividindo-a entre antes e depois dEle?

Diziam que Ele era o filho de um carpinteiro de nome José e de uma mulher chamada Maria.

Nascido em Belém, viveu exilado no Egito. Depois, cresceu em Nazaré e morreu na capital religiosa da época, Jerusalém. terra dos profetas.

Quem era Esse Homem?

* * *

Um dia, um raio de luz deixou a amplidão dos céus e veio viver entre os homens.

Mais brilhante que o sol, escondeu Seu brilho nos trajos de simples carpinteiro.

Ele era luz. Veio para as sombras e as sombras tentaram empanar-Lhe o brilho.

Destruíram a ânfora onde se aninhava a luz. Então, liberta, ela brilhou ainda mais intensamente e, até hoje, enche o infinito das nossas necessidades.

Seu nome é. . . Jesus.

Redação do Momento Espírita.

Em 20.12.2011.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

MEDICAMNTEO EFICAZ

Medicamento eficaz
Quem visse aquele homem adquirindo tantos brinquedos, logo pensaria: Nossa! Ele deve ter muitos filhos e sobrinhos.
Contudo, o cardiologista do Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro, não tem filhos.
Há mais de uma década, ele repete o mesmo ritual. Ao longo do ano, vai comprando centenas de brinquedos e os estoca num dos quartos do seu apartamento, em Copacabana. São bolas, petecas, carrinhos e bonecas.
Na semana que antecede o Natal, ele retira todos os brinquedos do quarto, separa-os por sexo e faixa etária e os coloca em grandes sacos vermelhos.
Então, com a ajuda de enfermeiras e residentes do hospital, ele distribui os presentes entre as crianças internadas.
Não custa nada você tirar alguns dias do ano para distribuir alegria e calor humano entre os pacientes de um hospital, comenta ele.
Naturalmente, dedicando-se a promover essas alegrias, há treze anos, ele tem histórias muito interessantes para contar.
Histórias de vidas enriquecidas por seus gestos de desprendimento e dedicação, além do dever.
Em uma de suas entregas, por exemplo, um menino, vítima de atropelamento, ao receber a visita do médico, muito bem disfarçado, disse que tinha um sonho.
Desejava ganhar um carrinho de controle remoto. Por uma dessas coincidências que só Deus sabe e que nós costumamos dizer que sempre acontece em filmes natalinos, doutor Edy lembrou que tinha, entre tantos presentes, um carrinho de controle remoto.
A alegria da criança foi tamanha que, conta o cardiologista, se ele não estivesse engessado, teria saído pulando pela enfermaria.
Depois de tantos anos dedicados à medicina, doutor Edy se atreve a afirmar que os medicamentos respondem somente por vinte por cento do tratamento.
Os outros oitenta por cento dependem do atendimento caloroso e humanizado que os médicos oferecem ao paciente.
* * *
Um certo médico extraordinário, que andou pela Terra, há mais de dois mil anos, já recomendara o amor e a alegria como terapia de excelência para todos os seres humanos.
Alegrai-vos, recomendava. Amai-vos, como Eu vos amei.
Esse médico galileu, formado na universidade do amor, sabia que o ser humano necessita de amor e alegria.
O amor lhe sustenta a vida e não há quem dele possa prescindir.
A alegria é nota harmônica, igualmente imprescindível para a sinfonia da vida.
Por isso, espalhemos amor onde nos encontremos, sorrindo, abraçando, acolhendo os nossos amados, enquanto aprendemos a amar aos que nos cruzem o caminho.
Também sejamos portadores de alegrias a quem lida com a tragédia e a dor, todos os dias: bombeiros, policiais, médicos, enfermeiros, atendentes.
E, neste Natal, em nome de um Celeste Menino, espalhemos a alegria da nossa gratidão em suas vidas, em gratidão por nossas próprias vidas.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Espírito de caridade - médico das
crianças, de Gary Sledge, de Seleções Reader’s Digest, de dezembro de 2010.
Em 15.12.2011.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SE CRÊS EM DEUS

Emmanuel

Se crês em Deus, por mais te ameacem os anúncios do pessimismo, com relação a prováveis calamidades futuras, conservarás o coração tranqüilo, na convicção de que a Sabedoria Divina sustenta e sustentará o equilíbrio da vida, acima de toda perturbação.

Se crês em Deus, em lugar nenhum experimentarás solidão ou tristeza, porque te observarás em ligação constante com todo o Universo, reconhecendo que laços de amor e de esperança te identificam com todas as criaturas.

Se crês em Deus, nunca te perderás no labirinto da revolta ou da desesperação, ante os golpes e injurias que se te projetem na estrada, porquanto interpretarás ofensores e delinqüentes, na condição de infelizes,muito mais necessitados de bondade e proteção que de fel e censura.

Se crês em Deus, jornadearás na Terra sem adversários,de vez que,por mais se multipliquem na senda aqueles que te agridam ou menosprezem, aceitarás inimigos e opositores, à conta de irmãos nossos, situados em diferentes pontos de vista.

Se crês em Deus, jamais te faltarão confiança e trabalho, porque te erguerás, cada dia, na certeza de que dispões da bendita oportunidade de comunicação com os outros, desfrutando o privilégio incessante de auxiliar e abençoar, entender e servir.

Se crês em Deus, caminharás sem aflição e sem medo, nas trilhas do mundo, por maiores surjam perigos e riscos a te obscurecerem a estrada, porquanto, ainda mesmo à frente da morte, reconhecerás que permaneces com Deus, tanto quanto Deus está sempre contigo, além de provações e sombras, limitações e mudanças, em plenitude de vida eterna.

Do livro Coragem. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Perdoados, mas não limpos


Em nossas faltas, na maioria das vezes somos imediatamente perdoados, mas não limpos.
Somos perdoados pelo fel da maledicência.
Mas a sombra que lançamos na estrada alheia permanece dentro de nós por agoniado constrangimento.
Somos perdoados pela brasa da calúnia.
Contudo, o fogo que arremessamos na cabeça do próximo passa a nos incendiar o coração.
Conseguimos o perdão pela grave ofensa que fizemos.
Entretanto, a pedra atirada ao irmão de caminhada volta, com certeza, a golpear-nos o próprio ser.
Somos perdoados pela falha de vigilância.
Mas o prejuízo em nossos vizinhos cobre-nos de vergonha.
Obtivemos perdão pela manifestação de fraqueza.
Mas o desastre que provocamos é dor moral que nos segue os dias.
Somos perdoados por todos aqueles a quem ferimos, no delírio da violência.
No entanto, onde estivermos, é preciso extinguir os monstros do remorso que os nossos pensamentos articulam, desarvorados.
A chaga que abrimos na alma de alguém pode ser luz e renovação nesse mesmo alguém.
Ele compreende, perdoa e se eleva.
Contudo, essa mesma chaga de aflição segue a pesar em nossa vida.
Injúria aos semelhantes é flagelo mental que nos chicoteia.
A serpente carrega consigo o veneno que veicula.
O escorpião guarda em si próprio a carga venenosa que segrega.
Podemos ser ridicularizados, atacados, perseguidos ou dilacerados.
Mas evitemos o mal, ainda quando ele assuma a feição de defesa.
Porque todo o mal que fizermos aos outros é mal a nós mesmos.
No contexto da vida maior, ninguém fere sem se ferir.
Quase sempre, aqueles que passaram pelos golpes de nossa irreflexão já nos perdoaram.
Com esse proceder, repletaram-se de paz e seguiram em frente.
Abençoados pelo perdão que concederam, brilham nos planos superiores da existência.
No entanto, pela lei da correspondência, ruminamos, por tempo indeterminado, os quadros sinistros que nós mesmos criamos.
Cada consciência vive e progride entre os seus próprios reflexos.
Pureza, bondade e perdão são recompensas em si mesmas.
Traição, crueldade e calúnia são sempre um problema de quem as elege para si porque cada consciência traz em si o seu paraíso ou o seu inferno.
Em decorrência, no plano espiritual, até que se redima, é muito triste a situação de quem se fez culpado.
Com a consciência desperta e vibrante, sente-se na presença constante de suas vítimas e isso lhe constitui um suplício cruel.
Para evitar viver algo semelhante, basta eleger o bem como padrão de conduta.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 47, do livro
Justiça Divina, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 07.11.2011.

domingo, 30 de outubro de 2011

LA SE FORAM OS ANOS

Passou o tempo.
Os dias talvez tenham ficado mais curtos, ou talvez eu nem tenha percebido, mas eles se foram.
Exatamente como acontece sempre.
Um dia eu percebi que eram muitos dias que haviam ido, foram embora, ficaram no passado.
Mas o bater do coração ficou descompassado, uma batida não, a outra também.
Uma lágrima, uma sauadade, um sutil perfume, uma presença que confirma a ausência.
E os dias passaram, se foram os anos.
Mas o amor permanece o mesmo, o carinho, a gratidão.
obrigada pela vida, pela mãe, pelos irmãos, avó e tias.
Até qualquer hora!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

NECESSIDADE DESNECESSÁRIA Quanto menos "necessidades" você tiver, mais riquezas genuínas você irá obter. John Woodman

Você realmente precisa vencer todas as discussões? Mesmo que você ganhe tal discussão, o que foi que você realmente ganhou? Você realmente precisa ter as coisas ajeitadas de tal maneira que você venha a se sentir superior a alguém? Mesmo quando você é ferido por outras pessoas, você recebe alguma coisa de positivo ao feri-los também em resposta?

Você realmente precisa de todas as muitas coisas que você luta para possuir e consumir? Você realmente precisa gastar o tempo todo pensando sobre o que os outros pensam a seu respeito? Imagine o senso de liberdade que você iria experimentar se apenas renunciasse à mais inútil das necessidades.

Eis aqui uma alternativa melhor: focalize os seus esforços e atenção não naquilo que você deseja obter, mas no melhor que você pode vir a ser. Abundância real vem pela qualidade e não pela quantidade.
Nélio DaSilva