quinta-feira, 10 de junho de 2010

ABRACE AS OPORTUNIDADES

ABRACE AS OPORTUNIDADES!

As pessoas mais felizes não possuem,
necessariamente, o melhor.
Elas apenas fazem o melhor de tudo.

Christian Goodman

segunda-feira, 7 de junho de 2010

PAZ E RENOVAÇÃO

Paz e Renovação

O espírita é o companheiro da humanidade que possui:
Tanta fé na Providência Divina
que jamais se permite mergulhar no desespero ou na aflição;
Tanto entendimento
que nunca se deixa enredar por intriga ou maledicência,
encontrando sempre algum meio
de amparar as vítimas das trevas,
no caminho da reabilitação.

Albino Teixeira – psicografia de Francisco Cândido Xavier

sábado, 5 de junho de 2010

LIVRO DA FADA LILICA - OUTRO PEDAÇO DE ALGUM CAPÍTULO


Então, um dia, a Fada saiu para passear.
Ah, todos se encantavam com seu cabelo,
A Borboleta Cho, veio batendo suas asinhas coloridas e pousou bem no alto de sua cabeça.
A amiguinha Cobrinha, eram duas, na verdade;
veio também, e se enroscou em seu pé.
Quanta alegria naquele passeio.
Muitos amigos viram aquelas três por ali, pulando de pedra em pedra, passeando pela Ponte, que não tinha rio, mas a Maria Fumaça passava ali embaixo.
Foi aí... foi aí... exatamente aí, que a fadinha viu onde queria morar.
Uma torre????? Alta, majestosa, com um chapéu! Seria ali, bem ali que a fada iria morar.
Isto aconteceu há muito tempo, muito tempo, muito antes do Xerifinho aparecer.
Mas a Fada já sabia, bem lá no fundinho de seu coração, que ali por perto...!
Texto: Nieta Ede
ARTE: Nieta Ede - 05/06/2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

E POR FALAR EM SAUDADE....

Vinicius de Morais

"E por falar em saudade
onde anda você
Onde andam seus olhos que a gente não vê
Onde anda esse corpo
Que me deixou louco de tanto prazer
E por falar em beleza onde anda a canção
Que se ouvia na noite dos bares de então
Onde a gente ficava,onde a gente se amava
Em total solidão
Hoje eu saio na noite vazia
Numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares,que apesar dos pesares,
Me trazem você
E por falar em paixão, em razão de viver,
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares, na noite, nos bares
Aonde anda você?"

quinta-feira, 3 de junho de 2010

OFEREÇA ENCORAJAMENTO

"Quando você estiver necessitado de encorajamento, ofereça o seu próprio encorajamento a uma outra pessoa" Edwin Louis Cole

N ão há nada que mais possa levantá-lo com toda certeza do que o seu próprio esforço para levantar alguém.
Quando você focaliza apenas os seus próprios problemas, isso o coloca num desolado e negativo estado mental.
Porém, quando você volta a sua atenção para ajudar outros nos desafios que eles estão enfrentando, você passa, naturalmente, a se tornar mais positivo e muito mais eficiente.
Quando você sentir que está sendo tomado por sentimentos de autopiedade, redirecione essa energia; transforme-a em compaixão para com outros.
Sempre existe algo que você possa fazer a fim de encorajar e levantar o espírito de alguém.
Dê o belo presente do encorajamento e você o receberá de volta e pelo menos em dobro.

Nélio DaSilva

Para Meditação:
Consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Hebreus 10:24

quarta-feira, 2 de junho de 2010

MUITO HUMILDE

Muito humilde

A pessoa que trabalha lá em casa é muito, muito humilde.
Você já deve ter ouvido esta frase, com certeza. E com a mesma certeza sabe que quem assim fala está se referindo a alguém com poucos recursos amoedados.
Ou intelectuais. Ou ambos.
De um modo geral, associamos pobreza, analfabetismo, ignorância à humildade.
Contudo, foram humildes Jesus de Nazaré, Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier.
E esses não se enquadram nos itens destacados.
Jesus era humilde, no entanto, a ninguém ocorre imaginar que Ele fosse um iletrado.
Profundo conhecedor da alma humana, o que Lhe confere, de imediato, alta condição psicológica, era igualmente conhecedor da História de Israel, da cultura do mundo em que vivia, das Escrituras.
Provam isso Suas falas, Seus pronunciamentos, reportando-Se à lei antiga, aos profetas, ao tempo político que se vivia então.
Ao demais, era poeta, utilizando-Se sabiamente de figuras de linguagem, adequando-as ao ensino que desejava oferecer e às pessoas para as quais falava.
Ninguém foi tão grande quanto Ele.
E era humilde.
Ele mesmo O disse: Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.

Francisco Cândido Xavier não dispunha de recursos financeiros, nem diplomas.
Mas ninguém ousaria dizê-lo ignorante.
Basta recordar-lhe a sabedoria nas entrevistas que concedeu a jornalistas, repórteres, cientistas que desejaram estudar-lhe as qualidades mediúnicas.
Sabia portar-se em público, utilizando-se de vocabulário adequado, demonstrando a ilustração do seu intelecto.

Francisco de Assis nasceu em berço rico e abraçou a pobreza, por opção do ensino que desejou ministrar, em plena Idade Média.
Era humilde e conhecedor do Evangelho.
Foi ainda compositor.
Dizia-se o cantor do grande Rei, Deus.
No ideal de divulgar o Evangelho de Jesus em sua essência mais pura, agregou jovens ricos, homens cultos, no mesmo Ideal e os liderou.
Falava ao povo simples, falava a magistrados e às autoridades eclesiásticas.
Conta-se que, certa vez, em retornando de Roma a Assis, deteve-se na cidade de Ímola. Por questão de respeito hierárquico, apresentou-se ao bispo e expressou o desejo de pregar na igreja local.
Eu prego a meu povo e isso é o bastante! – Foi a resposta do bispo.
Francisco se retirou e voltou uma hora depois, fazendo o mesmo pedido.
Ante o espanto do bispo, pela insistência, respondeu:
Meu senhor, se um pai expulsa o filho por uma porta, ele deve voltar por outra!
O raciocínio coerente lhe valeu o direito de tomar lugar no púlpito do prelado para a pregação.
* * *
Humildade é virtude que brilha nos corações dos homens de bem.
Homens de intelecto mas que a ninguém desprezam.
Homens de posses, que a todos acolhem.
Homens que sabem reivindicar seus direitos, nunca sendo omissos.
Homens de bem. Humildes.
Repensemos nossos conceitos.

Redação do Momento Espírita, com relato de fato colhido
no cap. Onze (1213-1218), do livro Francisco de Assis,
o santo relutante, de Donald Spoto, ed. Objetiva.
Em 02.06.2010.


terça-feira, 1 de junho de 2010

A GÊNESE PLANETÁRIA

A CRIAÇÃO DA LUA

..."Nessa computação de valores cósmicos em que laboram os operários da espiritualidade sob a orientação misericodiosa do Cristo, delibera-se a formação do satélite terrestre.
O programa de trabalhos a realizar-se no mundo requeria o concurso da Lua, nos seus mais íntimos detalhes.
Ela seria a âncora do equilíbrio terrestre nos movimentos de translação que o globo efetuaria em torno da sede do sistema; o manancial de forças ordenadoras da estabilidade planetária e, sobretudo, o orbe nascente necessitaria da sua luz polarizada, cujo suave magnetismo atuaria decisivamente no drama infinito da criação e da reprodução de todas as espécies, nos variados reinos da Natureza."
Emmanuel - A Caminho da Luz.

Li este capítulo ontem pela manhã; fiquei muito emocionada e envegonhada.

Emocionada, pois, há muito tempo gosto de observar a Lua, esteja em seu quarto-crescente, ou ja o seu momento de descanso, sempre silenciosa, nos encantando, servindo de musa aos poetas; de inspiradora aos seresteiros.
Envergonhada - a Lua tem um objetivo e uma finalidade de magna importância no desenvolvimento de nosso planeta, através de Emmanuel tomamos conhecimento desta função.
E o que observamos ao olhar para o céu, ao estudar na escola: é um satélite, sem luz própria, pois é, ela é um satélite, mas não é obscura, é humilde, silenciosa, não faz alarde de sua importância, nào pretende conduzir, fica ali a encantar corações, e nós?
Aceitaríamos ser uma Lua? Sem luz própria, ajudando no anonimato, não impondo nossa vontade?
Pensemos nisto.
Nieta Ede - 01/06/2010